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| DE UM PRESENTE DE VIDA DOE MEDULA ÓSSEA |
O Mago
Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma. Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um um passo sequer. Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas.
Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes.
É como se movesse dentro de nós o Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo. O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade. Assim, o Mago apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue. Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos.
Então é preciso notar que para realizar maior parte da coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira!AUTOR AUGUSTO BRANCO
Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma. Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um um passo sequer. Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas.
Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes.
É como se movesse dentro de nós o Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo. O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade. Assim, o Mago apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue. Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos.
Então é preciso notar que para realizar maior parte da coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira!AUTOR AUGUSTO BRANCO
0800 773 9973
abrale@abrale.org.brSeja um parceiro desta causa
O Instituto Mauricio de Sousa e a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia - ABRALE uniram-se com o objetivo de desenvolver um projeto voltado a crianças hospitalizadas com câncer, cujo tratamento passa por etapas prolongadas de internação. Sendo assim foi criado o Projeto Dodói que tenta amenizar o sofrimento e integrar a criança e seus familiares ao tratamento.----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ORGANIZANDO SEU TEMPO
A forma como cada um lida com o diagnóstico de câncer é muito pessoal, mas preparar uma rotina adequada para antes, durante e depois do tratamento está ao alcance de todos
Lutar contra uma doença pode ser um processo longo e doloroso. Quando essa doença é o câncer, a luta costuma ser ainda mais intensa, tanto pelo estigma que a moléstia carrega em nossa sociedade, como pelo medo que as pessoas têm dela. No entanto, desde o momento do diagnóstico, algumas medidas podem amenizar o turbilhão de emoções provocado pelo choque inicial, quando sentimentos como raiva, tristeza, ansiedade, agressividade e culpa costumam vir à tona. A forma como cada um lida com o diagnóstico é muito pessoal e depende do estado emocional do paciente, de seu contexto de vida e de sua experiência anterior ao câncer. Porém, comum a todos os casos é a mudança que a notícia acarreta na vida do paciente.
De uma hora para outra, a rotina de exames, consultas médicas e medicamentos invade a vida do paciente. Porém, algumas atitudes podem ajudar a organizar a rotina de vida antes, durante e após o tratamento. Tal organização pode esclarecer dúvidas e minorar angústias, o que auxiliará o paciente no aspecto emocional. Inspirada no Guia de Sobrevivência desenvolvido pela Fundação Lance Armstrong, apresentamos aqui dicas importantes para ajudá-lo a enfrentar com esperança os três diferentes períodos.
ANTES DO TRATAMENTO
Procurar informações sobre o tipo de câncer que foi diagnosticado, para entender melhor cada etapa do tratamento que irá passar;
Anotar dúvidas, para que sejam tiradas nas consultas médicas periódicas;
É interessante uma reflexão sobre com quem você pode contar nessa fase inicial do tratamento;
Determinar seus hobbies e prioridades também é uma forma de “montar” sua rotina, adaptando-a ao tratamento que está por vir;
Se achar necessário, organize uma lista com seus afazeres domésticos e profissionais.
DURANTE O TRATAMENTO
Guardar todos os exames juntos é importante para que os médicos tenham um histórico da saúde do paciente;
Manejar o sentimento de mudança e perda, já que durante o tratamento do câncer é muito comum que esses sentimentos se confundam;
Certificar-se de que as etapas do tratamento estão sendo discutidas com a equipe médica, familiares e amigos;
Manter um diário, blog, ou registrar a sua trajetória em vídeos ou fotos também são formas de entender o processo pelo qual vocês está passando.
DEPOIS DO TRATAMENTO
Manter algumas atividades adotadas e durante o tratamento, como o registro em blog, diário ou fotografias;
Se você iniciou algum tipo de terapia durante o tratamento, é interessante continuar após seu término;
A volta ao convívio após o tratamento de câncer exige a adaptação para uma vida com certas limitações.
Texto retirado da edição 18 da Revista da ABRALE
Medicina paliativa
Partilhar sofrimento, decisões e ajudar o paciente a enfrentar uma doença que ameaça sua vida, compartilhando os problemas associados a tal diagnóstico, são os desafios da equipe de cuidados paliativos.
Embora se fale em medicina paliativa, no Brasil ela ainda não é definida oficialmente como uma especialidade médica, como ocorre em outros países. O que há são médicos geriatras, oncologistas, neurologistas, fisiatras, além de psicólogos, enfermeiros e dentistas que têm se capacitado, alguns no exterior, para atuar em cuidados paliativos dentro das suas respectivas áreas de formação, somando hoje cerca de 57 serviços.
Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses cuidados incluem atuar na prevenção a alívio do sofrimento por meio da identificação precoce, avaliação correta e tratamento de sintomas, entre eles a dor, além de outras questões de ordem física, psicossocial e espiritual.
Hoje já não se fala mais em pacientes fora de possibilidade de cura, e os cuidados paliativos devem ocorrer em conjunto com as terapias que modificam o curso da doença. É essencial que o tamanho e a formação da equipe se adaptem à necessidade do doente e aos recursos disponíveis.
Do ponto de vista psicológico, por exemplo, o cuidado humanizado, com respeito aos direitos do paciente, deve sempre existir no ambulatório e no hospital. Já o enfermeiro é quem passa mais tempo ao lado do paciente e se torna um canal de comunicação entre a família e a equipe.
Quando começar a terapia?
É unanimidade entre os especialistas que a ação dos cuidados paliativos se defina desde o diagnóstico, visando à integralidade no tratamento e preservando a dignidade e o respeito ao doente – e não quando ele tem apenas alguns dias de vida.
A terapeuta ocupacional Marília Othero, coordenadora do Comitê de Terapia Ocupacional da ABRALE, comenta que no Brasil essa conduta não é uma regra e que há pacientes que chegam aos cuidados paliativos em fase avançada da doença.
“É ao longo da doença que se sentem os benefícios dessa assistência. É preciso entender que a dor não é só física e que não ocorre só diante da morte. Engloba aspectos psíquicos, sociais e espirituais, que sempre necessitam de intervenções”, disse.
Sem restrições, esses cuidados podem ser aplicados em casa, UTIs, centros especializados, ambulatórios, consultórios e hospitais. Envolvem poucos recursos tecnológicos e se baseiam nas necessidades do paciente.
SEJA UM DOADOR A ESPERANÇA DE MUITOS ESTÁ EM SUAS MÃOS DOE MEDULA ÓSSEA,DOE PLAQUETAS DOE VIDA!!!!!!!
Milhares de pacientes com leucemia e outras doenças graves do sangue têm como única esperança de cura um transplante de medula óssea.A chance de encontrar um não-aparentado é uma em 100 mil aqui no Brasil, e uma em um milhão no mundo. Segundo dados do Inca, hoje existem cerca de 630 mil pessoas cadastradas como doadoras voluntárias de medula óssea, enquanto os EUA possuem sete milhões de americanos inscritos.
– VAMOS AUMENTAR ESSE NÚMERO??
Seja doador, doe VIDA!!!!!!!



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