quarta-feira, 26 de outubro de 2011

curada de leucemia                                                               A missionária Denilda Ferraresso, desenganada pelos médicos, nunca perdeu a fé em Deus, e o milagre aconteceu
Chamada pelo Senhor Deus para uma grande obra aos 13 anos, a missionária Denilda dos Santos Amaral Ferraresso, hoje com 44 anos, viveu momentos que, para muitos, seria o fim de sua trajetória. Em 1994, sozinha num hospital para fazer alguns exames, ela recebeu a notícia de que estava com leucemia. Começava aí uma luta pela vida. Depois de muitas internações e períodos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), os médicos a desenganaram, pois não havia na família um doador compatível para o transplante de medula. Mas a fé de Denilda era muito maior do que a doença e ela encontrou um primo para ser seu doador. Um caso inédito na Medicina. “Quanto mais via minhas forças se acabando, mas lutava, pois confiava no Senhor”. Hoje, totalmente recuperada, ela, que mora na Freguesia do Ó é membro da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Mogi das Cruzes (SP)

A volta por cima de 

Para compensar a ausência dos palcos, Leilah acabou de comprar um karaokêLeilah Moreno

Ex-caloura do Raul Gil, brilha em ‘Aquele Beijo’ após driblar a grana curta e vencer uma leucemiaJUSSARA SOARES
jussara.soares@diariosp.com.br
A vida de Leilah Morena – a Grace Kelly de “Aquele Beijo”, da Rede Globo – poderia servir de enredo para qualquer mocinha de novela. Cantora desde os cinco anos, ela saiu do interior com R$ 30 no bolso  para ser caloura do “Programa Raul Gil”.  Driblou a falta de grana, estudou teatro e, há dois anos, enfrentou em segredo uma leucemia. Hoje, a atriz curte o seu “final feliz”  interpretando uma vilã na trama das 19h, de Miguel Falabella.
“Não estou me cabendo de felicidade. Tenho certeza que as coisas estão acontecendo porque eu vou atrás, eu não sossego”, diz Leilah, de 28 anos.
Em 2001, ela deixou São José dos Campos, a 94 quilômetros da capital, para cantar na TV. Passou a primeira noite no Terminal Rodoviária do Tietê. “Fiquei cantando e contando minha história para cinco pessoas. Espero que elas se lembrem.” A então caloura morou dois meses  na casa de uma produtora do “Programa Raul Gil”, no qual ficou por nove meses.

Mas queria trabalhar na Globo e, em 2004, foi selecionada para cantar no “Altas Horas”. Neste tempo, começou a estudar  teatro para fazer musicais.
Graças a isso, Leilah integrou o elenco do filme “Antônia”. A história de cantoras da periferia de São Paulo virou  série na Globo.  No teatro, a estreia foi com o musical  “Rock Show”, em 2008. No ano seguinte, foi selecionada para o elenco de “Hairspray”, de Miguel Falabella. Mas a uma semana da estreia teve de abandonar o musical ao descobrir a leucemia.
“Sabia que ia me recuperar rapidamente. Não queria que começassem a me tratar como uma pessoa frágil, com dó.”
Recuperada, a cantora e atriz agora se concentra só na novela. Trocou São Paulo pelo Rio, deixou o “Altas Horas” e os shows, e interrompeu a gravação de seu quarto CD. “Cantar para mim é orgânico. Eu preciso e é fácil. Mas se eu não atuar, é desistir de algo que eu posso fazer”, diz.Para compensar a ausência dos palcos, Leilah acabou de comprar um karaokê. “Estava com abstinência.”
        

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